Design de interiores: uma peça, 3 sugestões de ambientes

design de interiores

Design de interiores está associado a soluções de espaço, pensadas em função das necessidades existentes, que nem sempre implicam uma renovação total das peças que o compõem. É possível aproveitar objetos existentes e alterar os ambientes de uma casa. O importante é pensar na otimização da função de cada um, de acordo com o seu uso e com o papel que vai desempenhar em cada lugar.
 
Steve Jobs afirmou, o “design não é apenas o que parece e o que se sente. Design é como funciona”. Esta frase é bem exemplificativa do conceito de design, onde a sua funcionalidade é o mais importante. A aparência tem peso, mas não é o fator essencial. Esta ideia aplica-se quer na noção global de design, quer na específica, relativa ao de interiores, por exemplo.

A nível do design de interiores, o conceito de peça-chave é bastante significativo. Tal como já explicamos anteriormente, estas são peças que se destacam no ambiente e que, na nossa opinião, devem ser funcionais.


Design e bem-estar

Para a Trinta, a funcionalidade de uma peça-chave é essencial e acreditamos que esteja intimamente ligada ao conceito de bem-estar. É uma peça que se torna útil, na função que desempenha, que se integra no espaço da casa e cuja presença faz sentido, para além das questões associadas à decoração. Por outro lado, sendo uma peça única, torna o ambiente muito mais pessoal e personalizado. Tudo isto acaba por resultar numa sensação de bem-estar por possuirmos uma peça só nossa, que escolhemos com carinho, de acordo com as nossas necessidades, para dar um toque singular ao nosso ambiente.

 

3 ambientes distintos com uma única peça

Na primeira abordagem a este tema, a Trinta mostrou como poderia ser utilizada a nossa estante “Põe-te a Pau” em três espaços diferentes: no hall de entrada, na sala e no escritório. A ideia foi demonstrar, a grande versatilidade neste tipo de elemento.

Neste artigo, vamos seguir a mesma linha de pensamento, mas com outra peça para que, deste modo, tenha ainda mais possibilidades para o seu ambiente interior. Desta vez utilizaremos como exemplo a “Segurar a Vela”. Trata-se de uma mesa de apoio, trabalhada em cortiça e pinho. Por ter estes materiais, tipicamente portugueses, é bastante resistente e pode ser utilizada tanto em ambientes interiores como exteriores. O seu transporte também é fácil e, por isso, permite uma mobilidade mais frequente entre locais.

Nesta peça, que utilizamos como exemplo, o aglomerado negro de cortiça em conjugação com a madeira Pinho, oferece um look singular e visualmente atrativo. Deste modo, independentemente do ambiente onde esteja, a “Segurar a Vela” continua a ser um elemento chave que se destaca significativamente. É precisamente esta ideia que deve ter em conta quando adquirir peças para a sua casa. No momento da decisão, atente à versatilidade e carácter distinto e fascinante do objeto.

 De seguida, apresentamos-lhe então três enquadramentos diferentes, com propostas de design de interiores com esta mesa:

 

1. Quarto

Quando utilizada num quarto, a “Segurar a Vela” pode servir como mesa de apoio à cama.
  design de interiores quarto

 

2. Recanto de leitura

A expressão “Segurar a Vela” está associada à ideia de “estar no meio de alguém”. Foi aliás este conceito que originou a denominação da peça. Nesta sugestão de ambiente, a mesa está como a expressão indica, “no meio de algo”, podendo ser transportada para qualquer canto da divisão, servindo sempre de apoio.

design de interiores recanto leitura

 

3. Sala

Numa sala, esta peça pode ser utilizada como mesa de apoio, servindo para colocar objetos decorativos ou comandos, bebidas, revistas, entre outros.
  design de interiores sala

 

Como pode verificar, estas ideias são simples. Mudar um espaço na sua casa está perfeitamente ao seu alcance. Apenas tem que pensar qual a peça-chave que vai movimentar, que conjugações pode fazer com ela e que funções esta pode mais assumir, em diferentes espaços da casa. Qualquer um de nós pode fazê-lo, basta descomplicar e lembrar que o importante é pensar nas peças pela perspetiva funcional, mais do que pela estética.